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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

GARCIA LORCA - facebook


Recebido de TelMont - facebook, 16 de janeiro 2014

Foto: “E eu me sinto oco
de paixão e de música.
Louco relógio que canta
mortas horas antigas.
Eu pronuncio teu nome,
nesta noite escura,
e teu nome me soa
mais distante que nunca.
Mais distante que todas as estrelas
e mais dolente que a mansa chuva.
Amar-te-ei como então
alguma vez? Que culpa
tem meu coração?
Se a névoa se esfuma,
que outra paixão me espera?
Será tranquila e pura?
Se meus dedos pudessem
desfolhar a lua”

Federico García Lorca



art"helena georgiou"


“E eu me sinto oco
de paixão e de música.
Louco relógio que canta
mortas horas antigas.
Eu pronuncio teu nome,
nesta noite escura,
e teu nome me soa
mais distante que nunca.
Mais distante que todas as estrelas
e mais dolente que a mansa chuva.
Amar-te-ei como então
alguma vez? Que culpa
tem meu coração?
Se a névoa se esfuma,
que outra paixão me espera?
Será tranquila e pura?
Se meus dedos pudessem
desfolhar a lua”

Federico García Lorca

terça-feira, 3 de abril de 2012

GARCIA LORCA

Jardins de Alhambra, Granada - Espanha

Federico García Lorca

Espanha, Fuente Vaqueros, 5 de junho de 1898 — Granada, 19 de agosto de 1936
poeta e dramaturgo


Mas o que vou dizer da Poesia?
O que vou dizer destas nuvens, deste céu?
Olhar, olhar, olhá-las, olhá-lo, e nada mais.

Compreenderás que um poeta
não pode dizer nada da poesia.
Isso fica para os críticos e professores.

Mas nem tu, nem eu, nem poeta algum
 sabemos o que é a poesia."

*            *            *